Jack Brelians, nascido em Coimbra, 1989, Sr. ruela por natureza, mudo-me para Lisboa com 10 anos onde sigo o ritual que tinha até então, percorrer todas as ruas da cidade e perder-me numa esquina a ouvir o fado. Gosto das histórias da rua do tempo da guerra colonial e do ditador, gosto de ouvir o xico-esperto, que com a mão no bolso, lá conta as suas tangas. Das senhoras atentas que cuidam do bairro e dos sem-abrigo que procuram o que comer.
Procuro no Bairro Alto as Jams que me enchem a alma, e de mais uma história de partilhar tantas outras. Se me perguntassem como sou, a minha resposta só poderia ser:
"Sou um cigarro e um copo de vinho, sou uma entrega e recolha de evolução humana"
Ou simplesmente um puto charila que ainda brinca de sorrir que não leva demasiado a sério o mundo onde está, que prefere o universo que tem dentro de si, do que a montra enganadora que é o exterior. Ainda assim confia e ainda assim ama. Mas já só ama para se sentir vivo, já só ama para ter sentimento, que quando canta, humm quando canta nota-se a dor de um amor esquecido.
Filho de um caixeiro-viajante conhece Portugal de lês a lês e sabe que o olhar de um Português não é comparável com outro em lugar nenhum no mundo onde já esteve.
E tem uma dificuldade imensa de falar sobre ele próprio então usa a 3ª pessoa quando necessário. Não usa capas e tenta ser verdadeiro,
mas para filho da puta, filho da puta e meio!
Procuro no Bairro Alto as Jams que me enchem a alma, e de mais uma história de partilhar tantas outras. Se me perguntassem como sou, a minha resposta só poderia ser:
"Sou um cigarro e um copo de vinho, sou uma entrega e recolha de evolução humana"
Ou simplesmente um puto charila que ainda brinca de sorrir que não leva demasiado a sério o mundo onde está, que prefere o universo que tem dentro de si, do que a montra enganadora que é o exterior. Ainda assim confia e ainda assim ama. Mas já só ama para se sentir vivo, já só ama para ter sentimento, que quando canta, humm quando canta nota-se a dor de um amor esquecido.
Filho de um caixeiro-viajante conhece Portugal de lês a lês e sabe que o olhar de um Português não é comparável com outro em lugar nenhum no mundo onde já esteve.
E tem uma dificuldade imensa de falar sobre ele próprio então usa a 3ª pessoa quando necessário. Não usa capas e tenta ser verdadeiro,
mas para filho da puta, filho da puta e meio!
Jack Brelians
