Como podes saber da tua pequenez.
Sem fita métrica ou objectivo comparativo.
Se te medes olhando para os pés.
Vais ser sempre um ser pequenino.
Se procuras num ecrã, a tua lição.
O virtual não trás emoção é um vazio maior do que o teu.
Ilusão, que não busca rendição,
São pedaços sem sabores.
Onde os pecados e os louvores é mera opinião.
Lugar de inverdades.
Tenho saudades, quando era um pequeno príncipe da realeza.
De quando a ignorância me protegia da tristeza.
Quem me dera, ai quem me dera que o tempo não me mata-se. Que a ansiedade fosse apenas paz.
Para poder saborear o que me resta, longe do papel de troca, do papel da moca, do papel social.
É tudo mutável, menos a responsabilidade.
O nosso traço no mundo, a nossa obra,
Que no fundo.
É tudo.
Jack Brelians

Keep Going!
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